Financeira Omni tem lucro de R$ 177 milhões em 2020, com crescimento de 94%
Resultado do conglomerado que inclui banco e financeira foi impulsionado por um ativo fiscal diferido de R$ 120,447 milhões O conglomerado Omni, que inclui o banco e a financeira de mesmo nome, teve lucro líquido de R$ 177,193 milhões em 2020, com crescimento de 94,3% sobre o ano anterior. O resultado foi impulsionado por um ativo fiscal diferido de R$ 120,447 milhões.
O resultado bruto da intermediação financeira caiu 1,9%, a R$ 879,510 milhões. As receitas de prestação de serviços subiram 13,3%, a R$ 170,039 milhões. Já as despesas administrativas, de pessoal e com serviços de terceiros aumentaram 2,4%, a R$ 587,765 milhões.
A carteira de crédito da Omni cresceu 13,8% em 2020, a R$ 3,571 bilhões.
Os resultados do conglomercado incluem, além da financeira e do banco, a Omni Arrendamento Mercantil e as securitizadoras Omni e Multibens. Em abril de 2019 a Omni havia anunciado a compra da fintech PagBem por R$ 100 milhões, mas agora no balanço de 2020 diz que em dezembro alienou a totalidade da sua participação acionária na empresa.
A Omni foi fundada em 1994 por José Tadeu da Silva e Érico Sodre Quirino Ferreira e era especializada no financiamento de veículos usados. Em 2016, comprou o Banco Pecúnia, que era controlado pelo francês Société Générale, rebatizou-o como Omni Banco e começou a diversificar sua atuação.
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