Conta e carteira digital prometem revolucionar a vida de clientes

Meubank, um dos negócios do Grupo 2TM, passa a oferecer a partir de 26 de abril uma série de produtos e serviços que vão ao encontro da nova economia digital O mercado de ativos digitais tem evoluído rapidamente. Esse movimento não contempla apenas novas criptomoedas, como o bitcoin – a mais famosa delas. Outros ativos digitais têm chamado a atenção de investidores. A diversificação é grande. Inclui, por exemplo, tokens com diferentes lastros, como precatórios e créditos de carbono.
Para atender a essa nova demanda, o Grupo 2TM – holding da qual também fazem parte o Mercado Bitcoin (MB), o Blockchain Academy e a Bitrust – lançou em março do ano passado a instituição de pagamento (IP), Meubank, que se posiciona como alternativa a quem busca uma conta digital única, que permita investir, fazer pagamentos e transferir ativos.
No primeiro ano de atividade (a partir de março de 2020), o Meubank dedicou-se ao processamento de depósitos e saques do Mercado Bitcoin (numa operação B2B). Em novembro, com o crescimento do volume de negócios, foram atingidos os valores necessários e em fevereiro de 2021, a empresa solicitou ao Banco Central (BC) a autorização para integrar o Sistema Brasileiro de Pagamentos (SBP).
Desde então, o BC tem cumprido o protocolo de avaliação do Meubank, com a análise de informações, como a estrutura de capital e o plano de negócios, além de fazer as devidas verificações técnicas.
A partir de 26 de abril se inicia uma nova fase do Meubank, conta Gleisson Cabral, líder da operação, com a oferta de uma série de produtos e serviços. “Estamos no processo para nos tornar uma instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central. Esse movimento é fundamental para oferecer ainda mais segurança para os clientes.”
Segundo Cabral, diferentemente de outras IPs que atuam no mercado brasileiro, o Meubank se posiciona como uma carteira digital (ou digital wallet). “Nosso conceito é mais abrangente, porque, além dos serviços tradicionais de meio de pagamento, vamos oferecer aos clientes a possibilidade de guardar diferentes ativos no aplicativo”.

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Assim, os usuários vão poder fazer a gestão e realizar operações com dinheiro, pontos de programas de fidelidade conversíveis (por exemplo, de milhagem de companhias aéreas), colecionáveis de games, criptoativos, NFTs. “Será um local para guardar qualquer ativo digital, com a possibilidade de fazer a conversão entre eles e usar como quiser”.
Os gamers estão incluídos na estratégia de expansão do Meubank. Hoje, muitos jogos eletrônicos têm a sua moeda e esse tipo de transação é limitada a cada comunidade. Segundo Gleisson, esse público ainda não conta com alternativas entre as instituições financeiras que tenham produtos voltados a seus interesses.
Atualmente, o Meubank já conta com mais de 100 mil clientes com crédito a ser disponibilizado assim que o aplicativo estiver disponível, decorrente de ação junto ao Mercado Bitcoin, que converteu em 1,99% de cashback o valor dos saques e transferências feitos pelos clientes da exchange de criptoativos. A promoção de Taxaback começou há três semanas e termina em 30 de junho.
“O cliente vai ter as funcionalidades de um banco, como pagar boleto ou cartão de crédito, mas também vai encontrar uma série de outros diferenciais que deverão atrair principalmente os interessados na nova economia digital”, diz Sofia Machado, head de Produtos do Meubank.
Muitos desses interessados pela nova economia deverão ser iniciantes no planejamento de suas finanças, por isso o Meubank vai investir na oferta de conteúdo sobre educação financeira, em parcerias que serão construídas com a Blockchain Academy. A educação financeira é um dos pilares do Meubank, como explica Sofia.
“Acreditamos que será possível oferecer aos clientes a possibilidade de encontrarem dinheiro onde nem imaginavam. Para isso, queremos ser um hub que conecta serviços e produtos para conversão. O objetivo é oferecer simplicidade e variedade nas operações”, explica a executiva.

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