Mercado Bitcoin é o 1° unicórnio cripto latino após aporte de US$ 200 milhões

O Grupo 2TM, dono da startup Mercado Bitcoin, recebeu um aporte de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão na conversão direta) da japonesa SoftBank e agora vale US$ 2,1 bilhões (R$ 10,5 bilhões). Assim, a empresa tornou-se o 13° unicórnio brasileiro – ou seja, valendo mais de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões) – e a primeira da América Latina focada em câmbio de criptomoedas. Donos de corretora de criptomoedas somem com mais de US$ 3 bilhões dos clientes Anonymous ameaça Elon Musk após turbulência no mercado de criptomoedas Instituições aumentaram em 170% reservas de criptomoedas no primeiro trimestre A rodada de financiamento mais recente ocorreu cinco meses após a rodada Série A do Mercado Bitcoin, em janeiro. Em abril, deu início ao processo de IPO, para abrir suas ações na bolsa. Sua base de clientes chegou a 2,8 milhões neste ano. Como comparação, isso é mais de 70% de toda a base de investidores pessoa física na bolsa de valores brasileira, atualmente em 3,7 milhões. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Entre janeiro e maio, aproximadamente 700 mil novos clientes se cadastraram no Mercado Bitcoin. Durante os primeiros cinco meses do ano, o volume de negócios do Mercado Bitcoin chegou a US$ 5 bilhões (R$ 25,1 bilhões), ultrapassando seus primeiros sete anos combinados. A empresa foi fundada em 2013 e tem um app (iOS, Android) que além de permitir a venda e compra de criptomoedas, traz o valor de ativos digitais em tempo real e gráficos de cotações por período, entre outros recursos. É um supermarco, e que vem depois de muita validação. Foram oito anos mas parece que foram 80, diz Fabricio Tota, diretor de novos negócios do Mercado Bitcoin, em entrevista ao Canaltech. O status de unicórnio, diz ele, deverá acelerar os planos da empresa de expandir-se pela América Latina nos próximos anos, mirando países como Argentina, México, Colômbia e Chile. Apesar da crise econômica no Brasil e do momento de insegurança nas criptomoedas — a cotação do Bitcoin tem oscilado, seja por causa da China ou dos arroubos de Elon Musk — Mota ainda acredita na popularização desse mercado. Pode ate haver um efeito contrário e se beneficiar do momento de crise. Podemos demonstrar como a tokenização pode ser usada em algumas situações, como financiamentos de iniciativas com barreiras nos negócios tradicionais, argumenta. “Milhões de pessoas em todo o mundo estão percebendo que ativos digitais e criptomoedas são tecnologias inovadoras e lojas eficientes de valor, e o Brasil não é exceção a essa tendência, disse Roberto Dagnoni, presidente executivo e CEO do Grupo 2TM, em comunicado à imprensa. “À medida que desenvolvemos uma infraestrutura de mercado escalável, nos tornamos a marca de criptografia mais confiável do Brasil. Este posicionamento nos permitiu capitalizar sobre o crescente interesse em criptomoedas no Brasil e na América Latina de forma mais ampla, disse Gustavo Chamati, cofundador e membro do conselho do Mercado Bitcoin, em comunicado à imprensa. Em 2019, o Grupo 2TM se tornou a primeira empresa do mundo a tokenizar — isto é, trocar um dado confidencial por outro não confidencial, o token, como reforço de segurança — ativos de dívida pública. No ao passado, a empresa emitiu o Futecoin, ativo digital do mundo que compra partes dos passes de jogadores de futebol. Outras empresas do grupo são o Meubank, carteira digital que aguarda uma licença do Banco Central. a Bitrust, custodiante de criptoativos qe também espera por aprovação regulatória. a Clearbook, plataforma de crowdfunding de capital. a MBDA, um tokenizadora de ativos. a Mezapro, que fornece serviços para investidores institucionais. e a Blockchain Academy, um projeto educacional sobre consultoria em blockchain. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Arqueólogos encontram em Israel ancestral dos humanos nunca antes conhecido Cientistas descobrem ouro em pirita, mineral conhecido como ouro de tolo Confirmado: objeto gigante vindo da Nuvem de Oort é mesmo um cometa China ganha da NASA em sua primeira missão em Marte. entenda Cursos grátis para quem quer começar — ou já trabalha — na área de tecnologia

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