Nubank pode entrar no mercado de telecomunicações, aponta documento
O Nubank pode estar interessado no mercado de telecomunicações. A informação foi sugerida em um documento da própria empresa protocolado na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) na segunda-feira (1°), segundo o site Teletime. Este e outros setores foram citados pela fintech como parte do seu plano de expansão. Nubank compra a fintech Olivia, que analisa vida financeira do cliente via IA Nubank abre vagas de Ciências de Dados exclusivas para pessoas negras Febraban acusa Nubank de sobretaxar tarifas bancárias. fintech responde Diz o texto do Nubank ao SEC: Acreditamos em uma oportunidade significativa de trazer os efeitos de nosso modelo para setores adjacentes, onde podemos causar disrupção em modelos legados e fornecer valor adicional a nossos clientes existentes e novos. Por exemplo, acreditamos que existem oportunidades semelhantes para simplificar a vida diária de nossos clientes ao ‘disruptar’ os modelos existentes em setores como comércio eletrônico, saúde e telecomunicações. Em outro trecho, a empresa admite que seu modelo de negócios depende bastante das redes de telefonia, o que foi listado como um dos fatores de risco para a operação. Ou seja, a capacidade de expansão da fintech está diretamente ligada à maturidade da infraestrutura doméstica de telecomunicações. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Imagem: Divulgação/Nubank O crescimento é limitado por infraestrutura inadequada, incluindo potencial escassez de energia e deficiências nos setores de transporte, logística e telecomunicações, greves gerais, falta de mão de obra qualificada e falta de investimentos privados nessas áreas, o que limita a produtividade e a eficiência, declarou o banco digital. O maior elo comercial do Nubank com o setor de telecom, até o momento, é permitir em seu aplicativo a realização de recargas para consumidores de telefonia pré-paga móvel. O banco digital também afirmou, no documento, ter alcançado uma base de 48,1 milhões de clientes no final do terceiro trimestre deste ano. Desses, 35,3 milhões são pessoas com movimentação ativa. A Nu Holdings, que controla a empresa, criou na segunda-feira (1°) o NuSócios, que vai destinar entre R$ 185 milhões e R$ 225 milhões para a distribuição de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) aos clientes. Os BDRs são certificados de ações emitidas no exterior. A fintech protocolou no final de setembro, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na B3, a Bolsa de Valores brasileira, pedidos para registro de IPO, ou oferta pública de ações. Ou seja, em breve qualquer um poderá se tornar acionista da empresa. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Explosão solar gera nuvem canibal que atingirá a Terra nesta quinta (4) Os melhores celulares até R$ 1.500 para comprar na Black Friday Chuvas de meteoros Táuridas do Norte e do Sul atingem pico nesta semana Múmia mais antiga do que se imaginava pode mudar os rumos da história egípcia Próxima década deve focar no estudo de exoplanetas e na busca de vida alienígena

