PSafe libera uso gratuito de ferramenta de segurança durante a Black Friday
Novos clientes da PSafe vão poder usar, gratuitamente, o dfndr enterprise, a solução de segurança empresarial da marca, durante a Black Friday. A ideia é permitir que as empresas verifiquem se seus dados foram expostos — o que facilitaria o uso das informações em ciberataques que podem deixá-los fora do ar na quinzena do evento comercial. A ferramenta pode ser testada gratuitamente neste link. Com ransomware em alta, PSafe lança seguro para proteção de dados corporativos 98% dos sites corporativos brasileiros correm risco de ciberataques Cibersegurança já aparece como nova prioridade em relatórios financeiros Em 2020, a PSafe registrou aumento de 80% no bloqueio de golpes durante a data. “Em 2020, somente na segunda quinzena de novembro, que inclui a Black Friday, bloqueamos mais de 1,8 milhão de tentativas de ataques. Isso representa aumento de 80% em relação à quinzena anterior, que teve cerca de 1 milhão de bloqueios”, destaca Marco DeMello, CEO da PSafe. Em 2020, a Black Friday movimentou cerca de R$ 4 bilhões apenas no e-commerce. Para este ano, a expectativa é que o varejo tenha receita de R$ 10 bilhões na data — 30% de aumento em relação ao ano passado. “Diversos fatores contribuem para mais vulnerabilidades neste período. Um deles é a intensificação dos golpes de phishing, cada vez mais direcionados a colaboradores de empresas”, diz DeMello. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Imagem: Reprodução/Pixabay/Mohamed Hassan Ele aponta que, durante a Black Friday, os ataques vêm principalmente em forma de promoções. Como imitam os sites originais, é difícil distinguir os golpes. “Somente nos dez primeiros meses de 2021, mais de 150 milhões de brasileiros foram vítimas de phishing.” O phishing usa sites e aplicativos falsos para enganar as vítimas com promoções, brindes ou até solicitações de atualização enganosos. Para isso, os endereços clonados mantêm as características dos originais, com pequenas alterações (como a mudança de uma letra da URL, por exemplo). O objetivo é obter informações pessoais. Para as empresas, o grande risco é que os equipamentos fiquem vulneráveis a ataques a partir do roubo de credenciais. “Identificamos cada vez mais perfis falsos de lojas virtuais. Credenciais expostas ou vulnerabilidades exploradas podem ocasionar invasões. Já imaginou o que representa para uma empresa ter o site fora do ar durante a Black Friday?”, acrescenta o executivo. Além da exposição indevida de dados, essas ações podem levar até a ataques ransomware — em que os cibercriminosos sequestram o acesso às informações, as criptografam e cobram resgate para liberá-las. Além do prejuízo, outras consequências incluem a paralisação parcial ou total do negócio e o risco de multa de até R$ 50 milhões pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Inteligência artificial O dfndr enterprise usa inteligência artificial para detectar e bloquear ameaças. “A solução usa machine learning e deep learning para aprender sobre comportamentos maliciosos e bloquear ameaça antes mesmo de elas serem instaladas no dispositivo”, explica DeMello. No último trimestre, a ferramenta bloqueou mais de 12 milhões de malwares. Além de bloquear qualquer ameaça, a solução identifica se e-mails e senhas da empresa já foram expostos. Com interface simples, o dfndr enterprise pode ser utilizado em qualquer empresa, mesmo nas que não têm equipe de tecnologia da informação. A solução identifica arquivos, chaves de inicialização e abertura de portas que possam representar riscos para o sistema operacional e seus componentes. Além disso, combate: Ransomware: usado em pedidos de resgate. Malvertising: malwares que vem em anúncios. Cryptojacking: usado para minerar criptomoedas. Spyware: espião que procura informações e as envia ao atacante. Adware: anúncios indesejados. Trojan: garante controle externo do dispositivo. Worm: que se replicam automaticamente. Rootkit: se escondem de soluções de segurança. Backdoor: permitem o acesso não autorizado a sistemas e aplicações. Dicas para não ser vítima Imagem: Reprodução/Pexels/Junior Teixeira Algumas atitudes podem evitar danos. Acompanhe: É importante que a empresa tenha uma solução de segurança para proteger a rede e os dispositivos. Links de fontes desconhecidas, especialmente os compartilhados em aplicativos de mensagem e redes sociais, devem ser ignorados. Sempre duvide de informações compartilhadas na internet e não informe dados sensíveis em links de procedência duvidosa. Confirme sempre a veracidade de informações em páginas e sites oficiais. Na dúvida, para testar se um link é confiável, use o site do dfndr lab gratuitamente. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: BARATINHO | Fone Bluetooth Galaxy Buds Pro entra em oferta na Fast Shop Novo ataque coloca memórias RAM DDR4 em risco Tentei migrar do Android para o iPhone. eis o que aprendi AirPods Pro original vs AirPods Pro da Shopee | A pirataria foi longe demais Motorola anuncia Moto G200 com Snapdragon 888 Plus e outros quatro Moto G

