Greentechs | Como startups sustentáveis podem ajudar o meio ambiente

Apesar de não atraírem tantos investimentos quanto as startups financeiras (fintechs), de propriedades e imóveis (proptechs) e de varejo (retailtechs), as ambientais (greentechs) são muito necessárias em um mundo cujo ambiente caminha para a destruição. Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) diz que devemos reflorestar cerca de 1 bilhão de hectares de áreas devastadas em dez anos se quisermos reverter ou adiar a degradação climática. Govtechs comemoram nova legislação enquanto buscam por financiamento e aceitação GreenPlat é primeira startup ambiental a usar blockchain As greentechs, portanto, podem tanto ajudar a salvar a Terra quanto ganhar dinheiro. De acordo com um relatório da consultoria Allied Market Research, o mercado global de tecnologia verde foi estimado em US$ 6,85 bilhões (R$ 37,9 bilhões) em 2018 e deve atingir US$ 44,61 bilhões (R$ 246,9 bilhões) até 2026. Não há dados abertos e recentes sobre a quantidade de greentechs brasileiras em atividade, mas algumas delas têm despontado nos últimos anos graças a alguns motivos, como o potencial do bioma brasileiro e a grande necessidade de protegê-lo de ações predatórias.

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