Startup Ceopag une pagamentos e delivery para ser “iFood do interior”
O iFood é o líder incontestável do delivery brasileiro, mas a startup Ceopag espera crescer apostando em algo que não existe na rival: um modelo de assinaturas para os lojistas. Além disso, sua solução que une pagamentos e entregas mira na digitalização de pequenos e médios lojistas do interior do país. O que é e como funciona o iFood Benefícios Como evitar golpes no iFood A fintech de São José do Rio Preto (SP) criada em 2017 trabalha com uma mensalidade que depende do tamanho da empresa, pois é definida a partir do faturamento mensal do lojista. Os valores variam entre R$ 99 e 199. Já o iFood cobra de 12% a 23% sobre o valor total de cada pedido. Por outro lado, há muito trabalho a fazer se quiser alcançar a presença do líder de mercado. segundo seu site, o iFood já atende em 5.112 das 5.568 cidades brasileiras e 270 mil restaurantes, enquanto a Ceopag está com 600 franqueados em 210 municípios e 7 mil lojistas de comida, roupas, calçados, brinquedos e cosméticos — atende a 32 segmentos no total. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Kalel Lotti, fundador do Ceopag (Imagem: Divulgação/Ceopag) Gigantismo do iFood à parte, por enquanto o foco da Ceopag são cidades com até 400 mil habitantes. Algumas das mais expressivas onde atuam são Fernandópolis e Votuporanga (SP), Passo Fundo (RS), Guarapuava (PR) e sua sede em São José do Rio Preto. Mas a empresa também tem filiais em algumas capitais, como São Paulo, Belém e Campo Grande. O franqueado cuida de toda a operação local, mas as entregas finais aos clientes são operadas e custeadas pelos próprios lojistas. Seu app para clientes chamase Ceofood (Android | iOS), mas a empresa estuda fazer uma mudança de marca para abranger todos os demais segmentos. Povo do interior é mais desconfiado Kalel Lotti, fundador do Ceopag, se diz confiante em seu modelo de negócios. No app do rival, o lojista não tem seus dados dvulgados, mas no nosso colocamos alguns dados como endereço e telefone. Isso porque apostamos em um atendimento mais humanizado, pois brincamos que as pessoas do interior são mais desconfiadas. Então isso faz toda a diferença, comenta o executivo. A empresa surgiu com investimento inicial de R$ 5 milhões dos seus cinco acionistas. Por enquanto não teve aportes, mas está em processo de avaliação por um grupo ainda não divulgado para manter a confidencialidade do negócio. A fintech movimentou R$ 63 milhões em 2020, R$ 185 milhões em 2021, e a projeção para 2022 é de R$ 450 milhões. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Giro da Saúde: quando será o pico da Ômicron no Brasil. Anvisa e autotestes Por que a Lua está se afastando da Terra? Afinal, qual a relação entre miocardite e as vacinas contra covid? Homem amputa o próprio pênis após surto psicótico causado por cannabis Vinho protege da covid-19 e cerveja aumenta riscos. entenda

