Exigência de biometria facial por bancos cresce 64% entre 2020 e 2021
A exigência de biometria combinada pelos bancos aumentou 64% em 2021 em relação a 2020. Os dados são da Flexdoc, especialista em engenharia bancária que fornece validação por imagem para bancos. Biometria facial deve movimentar R$ 53 bilhões em 2022 Santander amplia autenticação por biometria facial a 10 milhões de correntistas A biometria combinada é conhecida como facematch. O modelo exige uma selfie do usuário segurando o documento de identificação. É comum, ainda, que os bancos solicitem mais duas selfies adicionais para verificação mais detalhada, a chamada “prova de vida”. “Dos 7,3 milhões de facematches e provas de vida coletados em 2021, 305,9 mil foram recusados pelo sistema e marcados com alerta de fraude”, relata Luis André Lima Lemos, sócio-diretor da Flexdoc. Já a taxa de rejeição genérica, por tentativa de fraude ou baixa qualidade de imagens ou informações fornecidas pelo cliente, ficou estável: foram 18% das operações, um total de 3,9 milhões de pacotes. O volume de registros individuais processados pela Flexdoc em 2021 equivale a duas vezes a população de Portugal, um crescimento de 47% no total de operações em um ano.

