Ciberataque à Caixa envolve 3,7 mil cartões de crédito e R$ 137 mi em prejuízo
Nesta terça-feira (8), a Polícia Federal prendeu, como parte da Operação Atacante, um suspeito de envolvimento em invasões da rede interna da Caixa Econômica Federal. O golpe está sendo investigado desde o último semestre, após o desvio de dinheiro de correntistas da instituição e cadastro indevido de cartões, gerando um prejuízo de cerca de R$ 137 milhões. Metade dos brasileiros se sente insegura ao navegar na web, aponta estudo O que é exploit? O suspeito preso nessa terça, George Reginaldo, é registrado como sócio de uma empresa que, segundo a PF, seria de fachada, e tem alertas em contas ligadas a seu nome emitidos pelo Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) de movimentações atípicas de ao menos R$ 9,1 milhões, entre outubro de 2016 e junho de 2019. Segundo afirmado na decisão judicial que permitiu a prisão do suspeito, feita pelo juiz Ali Mazloum, da 7.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, a apreensão de Reginaldo é necessária para garantir a continuidade da investigação e também para a prevenção de eventuais tentativas de obstrução da operação. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Além da prisão de Reginaldo, na terça (8) a PF também cumpriu três mandados de busca e apreensão na capital paulista e nos municípios de Ribeirão Preto e Guarujá. A autoridade apreendeu equipamentos de informática, documentos e veículos durante a operação, que os policiais esperam serem úteis na identificação dos demais participantes do crime. Entendendo as invasões à rede da Caixa Ataques na Caixa aconteceram no último semestre de 2021. (Imagem: Reprodução/Caixa Econômica Federal/Divulgação) Segundo a PF, o grupo criminoso acessava ilegalmente os sistemas da Caixa para consultar e adquirir dados dos correntistas da instituição. Com as informações em mãos, os golpistas alteravam registros, emitiam cartões e roubavam quantias financeiras. Ainda segundo informações da Caixa, obtidas pelo portal Estadão, o próprio sistema da instituição alertou sobre as invasões dos criminosos, o que levou ao início da investigação. Cerca de 3.617 CPFs de clientes foram afetados e 3.781 cartões emitidos indevidamente, segundo a PF. O Canaltech entrou em contato com a assessoria da Caixa Econômica Federal, que nos enviou o seguinte posicionamento referente a divulgação de dados de incidentes criminosos em seus sistemas: A CAIXA esclarece que informações sobre eventos criminosos em suas unidades e sistemas são repassadas exclusivamente às autoridades policiais e ratifica que coopera integralmente com as investigações dos órgãos competentes. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Johnson suspende fabricação de vacina da Janssen contra covid-19 Fotos mostram desgaste nas rodas do Curiosity após 9 anos explorando Marte Samsung lança linha Galaxy S22 com Snapdragon 8 Gen 1 e volta da S Pen Linha Galaxy S22 terá opções de cores exclusivas para compras online 5 motivos para NÃO comprar o Hyundai HB20S

