Hashdex lança novo ETF na bolsa B3

A Hashdex, gestora de criptoativos da América Latina, anuncia oficialmente nesta sexta-feira, 1º,  a chegada do seu novo ETF, o WEB3111, na bolsa brasileira (B3). O produto chega com o objetivo de investir, de forma segura e diversificada, nas principais plataformas de contratos inteligentes (smart contracts) do mundo. Somente no período de reserva, o ETF captou R$ 30 milhões.

O WEB311 já é o quinto ETF de criptoativos que a Hashdex coloca na prateleira da B3. Pioneira, a gestora lançou o primeiro produto da modalidade no Brasil, o HASH11. O fundo investe numa cesta de ativos que buscam representar o melhor do mercado cripto. Atualmente, o ETF conta com mais de 150 mil investidores.

Em 2021 a gestora lançou o BITH11, um produto 100% Bitcoin verde, e o ETHE11, um fundo de índice que investe totalmente em Ethereum. Recentemente, em fevereiro deste ano, a empresa disponibilizou o DEFI11, que aposta no disruptivo mercado de finanças descentralizadas.

Desenvolvido em parceria com a CF Benchmarks, um dos principais provedores globais de índices do mercado de ativos digitais, o WEB311 segue o “CF Web 3.0 Smart Contract Platforms Market Cap Index”, que por sua vez vai investir as principais e mais promissoras plataformas de contratos inteligentes. Inicialmente, o índice vai investir em sete grandes projetos (tokens) e deve seguir a seguinte composição: Ethereum (22,5%). Cardano (22,5%). Solana (22,1%). Polkadot (19,5%). Algorand (8,8%). Tezos (3,5%). e, por fim, Cosmos (1,1%).

Baseadas na tecnologia blockchain e operadas por redes descentralizadas, as plataformas de contratos inteligentes são a infraestrutura base todas as aplicações de Blockchain, incluindo a Web 3.0, uma nova versão da internet que deverá acelerar ainda mais a transformação digital da nossa sociedade, comenta Samir Kerbage, diretor de tecnologia da Hashdex. Este novo ETF cripto vai buscar garantir as melhores oportunidades de investimento nessas plataformas. Trata-se de uma oportunidade única para investir, de forma regulada, nos projetos que serão o motor da internet do futuro, diz.

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