Assaltos a bancos têm queda de 36% em 2021 e recuam 98% em 21 anos

Segundo a Febraban, como medida para impedir o avanço da criminalidade, os bancos brasileiros têm feito investimento relevante no aprimoramento da segurança bancária, da ordem de R$ 9 bilhões ao ano, o triplo do que era gasto há dez anos O número de assaltos e tentativas de assaltos a agências bancárias mantém a tendência de queda verificada nos últimos anos. Os episódios em 2021 foram 36,2% menores do que o registrado no ano anterior, caindo de 58 para 37 ocorrências, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Já os ataques a caixas eletrônicos recuaram 38,7%, passando de 434 para 266.
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Para Isaac Sidney, presidente da Febraban, os números refletem os investimentos dos bancos em tecnologia, segurança física e capacitação de pessoal. “O setor bancário está fortemente empenhado em ações tecnológicas e novos produtos que reduzem a necessidade do uso de dinheiro em espécie e em grandes quantias, o que tem sido fundamental para desestimular as ações criminosas”.

Segundo a Febraban, como medida para impedir o avanço da criminalidade, os bancos brasileiros têm feito investimento relevante no aprimoramento da segurança bancária, da ordem de R$ 9 bilhões ao ano, o triplo do que era gasto há dez anos. Além disso, são investidas somas expressivas de recursos em tecnologia para a realização de operações de forma rápida e segura por meio dos canais digitais, reduzindo a necessidade de recurso dentro das agências bancárias ou no manuseio de dinheiro em espécie.

Como resultado desse investimento, os crimes de assalto a bancos seguem uma tendência contínua de queda desde o ano 2000, quando 1.903 ocorrências foram registradas no país. Houve, portanto, um recuo de 98% em 21 anos, em linha com a digitalização das transações bancárias. Os ataques a caixas eletrônicos também registram queda desde 2014, quando atingiram o pico. Passaram de 3.584 ocorrências naquele ano para 266 em 2021, um recuo de 92,5%.

De acordo com a federação, a queda no número de ocorrências também está relacionada à estreita parceria dos bancos com as polícias (Civil, Militar e Federal) e com o Poder Judiciário no combate à criminalidade, propondo novos padrões de proteção.

Pixabay

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