O processo que o JP Morgan levou de uma fabricante do Ray-Ban após milhões roubados
EMTC alega que o banco ignorou alertas quando cibercriminosos drenaram US$ 272 milhões de sua conta bancária em Nova York O J.P. Morgan Chase Bank foi processado por uma unidade da fabricante francesa de óculos Ray-Ban, que alega que o banco ignorou alertas quando cibercriminosos drenaram US$ 272 milhões de sua conta bancária em Nova York.
A Essilor Manufacturing (Thailand) disse que o J.P. Morgan estava ciente, a partir de setembro de 2019, de um “padrão altamente suspeito de transações fraudulentas”, mas não notificou a empresa.
Os alertas incluíam um salto no volume mensal, que saiu de US$ 15 milhões para mais de US$ 100 milhões, com o dinheiro sendo transferido para empresas de fachada em bancos regionais, muitas vezes em jurisdições de alto risco, disse a EMTC na queixa apresentada na última segunda-feira, em um tribunal federal em Manhattan.
“As transferências fraudulentas foram todas feitas em valores redondos em dólares (ou seja, sem centavos), o que foi uma mudança dramática em relação a períodos anteriores em que as transferências em dólares eram relativamente infrequentes”, disse a EMTC.
A EMTC opera uma fábrica na Tailândia para a EssilorLuxottica, dona do Ray-Ban. O J.P. Morgan Chase Bank é uma unidade do JPMorgan Chase & Co. Um representante do banco com sede em Nova York não quis comentar.
A EMTC disse que recuperou quase US$ 100 milhões dos fundos roubados “por meio de um processo caro e oneroso”. E está pedindo indenização compensatória a ser determinada em julgamento.
Óculos escuros da marca Ray-Ban: Fabricante decidiu processar o JPMorgan
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