CVM aceita acordo com banco Máxima e executivo em caso sobre manipulação de preços
Caso teve origem a partir de informações de uma corretora enviadas à CVM, que detectou oscilações atípicas no valor das cotas do fundo CARE11, do ramo funerário A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aceitou uma proposta de acordo do Banco Máxima e de um executivo da instituição, mediante o pagamento de R$ 2,93 milhões. O caso analisava se havia prática de manipulação de preços com o fundo imobiliário CARE11, do ramo funerário.

