Indonésia abre exchange cripto antes da mudança regulatória
Atualmente, os criptoativos na Indonésia são negociados juntamente com contratos de commodities A Indonésia planeja abrir uma bolsa de criptomoedas este ano antes de transferir poderes regulatórios sobre esses ativos de uma agência de commodities para a Autoridade de Serviços Financeiros (FSA).
Atualmente, os criptoativos na Indonésia são negociados juntamente com contratos de commodities sob a supervisão da Agência Reguladora de Negociação de Futuros de Commodities, conhecida como Bappebti. Como parte de uma reforma mais ampla do setor financeiro, a FSA assumirá o poder regulatório sobre os ativos nos próximos dois anos, quando a exchange já deverá ter sido estabelecida, disse o chefe interino da Bappebti, Didid Noordiatmoko, na quarta-feira.
A Indonésia tem apoiado os criptoativos, embora tenha medo que os ativos digitais compitam contra a rupia, que é a única moeda legal do país. O banco central emitiu um white paper para definir sua moeda digital, enquanto uma lei aprovada recentemente reconhece as criptomoedas e os ativos digitais como valores mobiliários regulados.
Novos investidores ainda estão entrando no segmento de criptomoedas, mesmo com a queda da atividade do mercado no ano passado. Havia 16 milhões de investidores em criptomoedas na Indonésia nos primeiros 11 meses do ano, de 11,2 milhões no final de 2021. O valor negociado encolheu para cerca de 300 trilhões de rupias (US$ 19,2 bilhões) durante esse período, uma fração dos 859 trilhões de rupias vistos no ano anterior.
Atualmente, existem 383 ativos criptográficos e 10 moedas locais que podem ser negociados na Indonésia, com outros 151 ativos e 10 moedas em análise pela Bappebti.

