7 aspectos que devem mudar com o open banking em pequenos e médios negócios

A implantação do open banking no Brasil está na segunda fase. A terceira etapa deve ser iniciada em 29 de outubro. Esse novo conceito vai afetar as empresas de formas distintas. Hoje, as pequenas e médias empresas têm pouca oferta de produtos e condições pouco atraentes pelo risco atribuído à falta de histórico financeiro e de crédito”, aponta Fernando Radunz, CIO do banco digital BS2, especialista em pequenas e médias empresas (PMEs). Nova etapa do open banking começa nesta segunda-feira (27). veja cronograma PicPay compra a plataforma financeira Guiabolso de olho no open banking 10 dicas para você não cair em golpes ao buscar um empréstimo online Nessa etapa haverá mais informações disponíveis sobre o perfil dessas companhias. “Será possível avaliar necessidades de crédito, taxas pagas em cartões e financiamentos, bem como as condições previstas, diz Radunz. A expectativa, segundo ele, é que as empresas tenham mais opções financeiras e melhores condições, com mais crédito e taxas bancárias menores, por exemplo, o que vai atingir positivamente o dia a dia do negócio. Imagem: Divulgação/Banco Central do Brasil Para participar do open banking, a empresa pode autorizar o compartilhamento de dados no site ou no aplicativo da instituição bancária. É preciso, ainda, mencionar para qual banco as informações podem ser enviadas. Todo o processo é supervisionado pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Empreendedores devem estar atentos a essas novidades. Veja, a seguir, sete aspectos que têm impacto para as PMEs: -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- 1 – Dados cadastrais Inclui a análise de informações gerais, como nome da empresa e endereço, bem como faturamento, bens e direitos. Além disso, também avalia o quadro de representantes legais, como procuradores, sócios e outros. 2 – Contas O histórico das contas da empresa na instituição bancária é compartilhado. Isso inclui a data da criação, seu padrão de tarifa, seu limite de crédito, suas transações e os saldos diários e médios da empresa. 3 – Cartões de crédito O compartilhamento de dados de cartões de crédito inclui limite, transações, faturas e histórico de quitação. A partir dessas informações, é possível analisar o comportamento de pagamento (integral ou rotativo, por exemplo) e saber como a empresa administra o uso do cartão de crédito. Imagem: Reprodução/Pexels/Pixabay 4 – Empréstimos O histórico de empréstimos contratados pelo cliente, bem como as especificações dos contratos (entrada, estrutura de parcelamento, taxas de juros e carência) são avaliados. São considerados, ainda, a adimplência e os níveis de risco com base no relacionamento da empresa com as instituições financeiras. 5 – Financiamentos É nesta etapa que o histórico dos financiamentos solicitados é verificado. Isso inclui garantias, parcelas e responsabilidade nos pagamentos. 6 – Adiantamentos a depositantes Permite conferir se o cliente já teve acesso a adiantamentos a depositantes. É ele que permite que a empresa faça transações sem saldo ou use o limite do cheque especial com o auxílio da instituição bancária. 7 – Direitos creditórios Abrange a análise dos créditos que uma companhia tem para receber. Isso inclui parcelas de cartão de crédito, cheques e outros, e permite identificar a capacidade e a saúde financeira da empresa. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Cérebro revela sinais do Alzheimer muito antes da pessoa chegar ao diagnóstico Fóssil bem preservado encontrado na China pode conter DNA de dinossauro Você sabia que dá para comprar um carro elétrico de R$ 25 mil no AliExpress? Destaques da NASA: fotos astronômicas da semana (02/10 a 08/10/2021) 5 carros populares mais vendidos do Brasil

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