71% dos usuários confiam menos em fintechs exploradas em fraudes

Usar o nome de empresas em golpes e fraudes não é novidade no cibercrime, mas é uma atividade que vem se tornando cada vez mais comum, principalmente com marcas famosas de fintechs. E, mesmo que as instituições financeiras não tenham nada a ver com as atividades ilegais, os consumidores acabam perdendo um pouco da confiança nesses grupos. Extensões para Edge e Chrome sequestram navegadores e têm 1 mi de instalações Ameaças a celulares Android aumentaram quase 10%, diz ESET Isso é o que concluiu o relatório intitulado “Fraud vs. Friction: How the need for speed is creating a user onboarding crisis” (“Fraude vs. Fricção: como a necessidade de velocidade está criando uma crise de integração de usuários”, em tradução livre), realizado pela Pi, plataforma de gerenciamento de risco de fraude fundada pela Paytm Labs projetada para atender aplicativos de alto volume para fintechs usando aprendizado de máquina. O estudo revela que 71% dos consumidores são menos propensos a confiar em um serviço de fintech que foi impactado por fraudes de integração, que são falsas campanhas promocionais com supostos bônus de inscrição. Normalmente, essas atividades ilegais exploram o nome de marcas conhecidas e um certo senso de urgência, em uma “oportunidade única” com recompensas por indicação e descontos de fidelidade que não existem.

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