Autorregulação para consignado tem 23 punições em janeiro, segundo Febraban

Do total, nove correspondentes foram advertidos e um foi impedido de atuar definitivamente A autorregulação para crédito consignado registrou 23 novas sanções administrativas por irregularidades em janeiro, de acordo com dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e da Associação Brasileira de Bancos (ABBC). Do total, nove correspondentes foram advertidos e um foi impedido de atuar definitivamente.

Desde que a autorregulação do consignado entrou em vigor, em janeiro de 2020, 855 sanções foram aplicadas – e 36 iniciativas foram foram banidas da prestação de serviços aos bancos. “O número significativo de punições evidencia que, todos aqueles que foram identificados com ações irregulares na oferta do produto, foram punidos de acordo com as regras da autorregulação. Não daremos trégua a esses agentes”, ressalta o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

A autorregulação tem como objetivo a proteção do consumidor contra práticas lesivas relacionadas ao consignado. Como reforço desse compromisso de proteção assumido pelos participantes, todos os atos praticados em desrespeito às regras devem ser punidos”, explica a presidente da ABBC, Sílvia Scorsato.

Ao todo, 32 instituições financeiras participam da Autorregulação, o que corresponde a cerca de 99% do volume total da carteira de crédito consignado do país.

No ano passado, 585 medidas administrativas por irregularidades nesta modalidade de crédito foram aplicadas, mais que o dobro do registrado em 2020 quando 247 punições foram contabilizadas.

Pixabay

Share