Azul (AZUL4), Petrobras (PETR4), Sabesp (SBSP3) e Taesa (TAEE11): destaques corporativos do dia (10)

Azul (AZUL4), Petrobras (PETR4), Sabesp (SBSP3) e Taesa (TAEE11) protagonizam noticiário corporativo nesta segunda-feira (10).

 

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Veja aqui as principais notícias das grandes empresas brasileiras, entre avisos aos acionistas, comunicados ao mercado, fatos relevantes e mais informações da imprensa especializada:

 

A Azul (AZUL4) informou que o tráfego de passageiros consolidado (RPKs) se expandiu 8,1% no mês passado em relação ao mesmo período de 2022. A companhia aérea registrou um crescimento de 9,4% da capacidade (ASKs), que elevou a taxa de ocupação a 77,8%.

A forte receita do corporativo pós-Carnaval levou ao maior RASK (receita operacional dividida pelo total de assentos-quilômetro oferecidos) do trimestre. 

Com o lançamento da malha expandida no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a operação foi mais que dobrada e chegou a um total de 96 voos diários.

 

A Enjoei (ENJU3) pode propor o grupamento de ações, caso a cotação não se enquadre de forma consistente em um patamar acima de R$ 1,00 neste primeiro semestre.

A companhia vai propor ao conselho de administração (CA) que seja convocada uma assembleia-geral extraordinária (AGE), a ser realizada no prazo máximo de 22 de setembro, para deliberação da operação. 

 

A Esh Theta Fundo de Investimento Multimercado (ESH) reduziu sua participação acionária a 51.139.921 ações, e destas, 1.266.000 são ações em posição a termo, o que corresponderia a participação de 14,8123% da Gafisa (GFSA3), informou a gestora, em correspondência. 

No entanto, a construtora contestou o documento.

A Gafisa afirmou “diante da clara evidência de inconsistências nos dados fornecidos”, ao considerar que o número de ações informado pela Esh era o número total das ações emitidas pela companhia, e não o detido pela referida acionista.

Em razão disso, a companhia solicitou a prestação de esclarecimentos quanto às informações indicadas. 

 

Fundos de investimento geridos por Verde Asset Management reduziram participação na GetNinjas (NINJ3), a 4.904.322 ações ordinárias emitidas pela companhia – o equivalente a 9,65% do capital social total.

São, ao todo, 3.498.700 ações ordinárias detidas à vista e contratos de opção referenciados em 1.405.622 ações ordinárias.

 

A Light (LIGT3) informou aos seus acionistas e ao mercado em geral que a companhia e suas subsidiárias Light Serviços de Eletricidade S.A. e Light Energia S.A. tiveram suas classificações de risco de crédito alteradas pela Moody’s.

O rating foi rebaixado de ‘B3’ para ‘Caa3’ na escala global e possui perspectiva negativa.

O rebaixamento reflete as considerações indicadas no comunicado divulgado pela Moody’s.

A agência indicou alta probabilidade de inadimplência, um alerta a uma deterioração ainda maior na posição de liquidez da empresa em meio a altas taxas de juros e condições desafiadoras de refinanciamento, num momento em que a companhia negocia acordos sobre suas próximas obrigações de dívida com o objetivo de reter caixa para as necessidades operacionais.

 

Na quinta-feira (6), a Petrobras (PETR3)(PETR4) informou que sua diretoria executiva aprovou proposta de ajuste organizacional, a ser submetida ao conselho de administração (CA), dentro de um processo continuado de aprimoramento.

A proposta visa a três objetivos:

(i) preparar a companhia para a transição energética com a criação de Diretoria Executiva focada no tema.
(ii) reunir as atividades de engenharia, tecnologia e inovação e assim fortalecer a área de desenvolvimento de projetos com os esforços de pesquisa e desenvolvimento. e
(iii) concentrar atividades corporativas em uma área voltada à gestão da companhia, num fortalecimento às sinergias entre os processos. 

A proposta aprovada cria a diretoria de Transição Energética e Energias Renováveis. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, indicou Maurício Tolmasquim para a nova diretoria, que vai coordenar as atividades de descarbonização, mudanças climáticas, novas tecnologias e sustentabilidade, além de incorporar as atividades comerciais de gás natural.

A atual diretoria de Desenvolvimento da Produção, ocupada por Carlos José do Nascimento Travassos, passa a ser denominada Diretoria de Engenharia, Tecnologia e Inovação, e incorpora o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo A. Miguez de Mello (Cenpes).

A atual diretoria de Refino, Gás e Energia, ocupada por William França da Silva, passa a ser denominada Diretoria de Processos Industriais e Produtos, e inclui os derivados do refino de petróleo e os derivados de gás e biocomponentes.

A atual diretoria de Comercialização e Logística, ocupada por Claudio Romeo Schlosser, passa a ser denominada diretoria de Logística, Comercialização e Mercados.

A diretoria de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade vai ser extinta.

Clarice Coppetti vai ser indicada para a nova diretoria de Gestão Corporativa, responsável pelos processos internos de gestão de pessoas, saúde, meio ambiente e segurança (SMS) e serviços compartilhados – além de incorporar a estrutura de transformação digital e tecnologia de informação.

Carlos Augusto Barreto segue responsável pela área de Transformação Digital, que fica ligada a diretoria de Gestão Corporativa.

As gerências executivas de comunicação e marcas, responsabilidade social e relacionamento externo ficarão diretamente ligadas à presidência.

 

Nesta segunda-feira (10), a Sabesp (SBSP3) firma a celebração do contrato com o International Finance Corporation (IFC), agência vinculada ao Banco Mundial, que deve atuar como assessoria financeira em seu processo de estudos sobre a desestatizaçã.

O Diário Oficial do Estado de São Paulo ratificou a inexigibilidade de licitação para contratação de serviços técnicos especializados de apoio e consultoria ao Estado para a realização desses estudos. 

Em outra frente, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) autorizou a empresa a aplicar o índice de reajuste tarifário total de 9,5609%, em relação às tarifas vigentes.

 

A Taesa (TAEE11) planeja um follow-on que pode movimentar até R$ 2 bilhões, informou o site Brazil Journal, que atribui a informação a “pessoas próximas à companhia”.

De acordo com o veículo, a operação possibilitaria à empresa capturar oportunidades nos leilões de transmissão agendados para este e para o próximo ano.

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