‘Biodiversidade brasileira não está registrada no PIB’, diz presidente do Santander
Sergio Rial defende criação de centro científico ambiental no Rio: Trazer a agenda verde é mais do que construir a indústria de fundos O presidente do Santander, Sergio Rial, defendeu nessa sexta-feira (17) a criação de um centro científico ambiental no Rio de Janeiro. O Estado fluminense é o maior produtor de combustível fóssil do Brasil, mas isso não o impede de liderar essa transição, na visão do executivo.
Trazer a agenda verde é mais do que construir a indústria de fundos. A biodiversidade brasileira não está registrada no PIB [Produto Interno Bruto], disse Rial, ao participar do evento Rio, a capital dos investimentos verdes no Brasil.
A educação ambiental é algo necessário, continuou. Se a gente puder trazer para o Rio de Janeiro uma pegada mais forte de educação ambiental, se formos na linha de criação de um centro de estudos ambiental e mobilizar a sociedade civil e pensar em soluções de conservação O Santander vai fazer tudo o que é possível como aglutinador dos concorrentes, que não são concorrentes nessa agenda, disse.
Sergio Rial, presidente do Santander, sobre meio ambiente: Trazer a agenda verde é mais do que construir a indústria de fundos
Claudio Belli/Valor

