Conselho internacional de contabilidade define ‘valor justo’ para empresa atribuir preço a cripto
Hoje, não há regras específicias e maioria das empresas tratava ativo digital como intangível O Conselho de Padrões de Contabilidade Financeira (FASB) definiu que as empresas usem o chamado “valor justo” para atribuir preço a criptoativos em sua contabilidade, informou o “Wall Street Journal”.
Hoje, não há regras específicas para a contabilidade de ativos digitais e as empresas acabam atribuindo valores como intangíveis de vida indefinida, como direitos de propriedade intelectual e de marcas registradas.
De acordo com a reportagem, o FASB orienta que as empresas revisem o valor desses ativos pelo menos uma vez por ano, destacando se os preços caíram abaixo do valor de compra. Se o preço subir, as empresas só poderão registrar um ganho quando venderem o ativo e não se continuarem a detê-lo.
Empresas e contadores defendiam que o FASB adotasse a contabilidade de valor justo, o que lhes permitiria reconhecer perdas e ganhos imediatamente e tratar os ativos digitais como ativos financeiros.
O FASB afirma que a contabilidade de valor justo captura melhor a economia dos criptoativos e considera que o método seja um requisito e não uma opção para as empresas.
“Ouvimos de investidores que eles querem transparência por meio da divulgação, e a única maneira de chegar a isso é o valor justo”, disse Gary Buesser, membro do conselho ao WSJ. A única maneira de obter qualquer tipo de informação real sobre a posse de bitcoin ou ethereum é através do valor justo, completou Buesser.
Há anos, empresas e investidores pedem ao FASB regras sobre como contabilizar e divulgar criptoativos. Em dezembro, o conselho começou a analisar se deveria estabelecer novos regulamentos e, em maio, trouxe o tema para a agenda técnica, que define prioridades de criação de regras.
O Conselho de Padrões de Contabilidade Financeira (FASB) definiu que as empresas usem o chamado “valor justo” para atribuir preço a criptoativos em sua contabilidade, informou o “Wall Street Journal”.
Hoje, não há regras específicas para a contabilidade de ativos digitais e as empresas acabam atribuindo valores como intangíveis de vida indefinida, como direitos de propriedade intelectual e de marcas registradas.
De acordo com a reportagem, o FASB orienta que as empresas revisem o valor desses ativos pelo menos uma vez por ano, destacando se os preços caíram abaixo do valor de compra. Se o preço subir, as empresas só poderão registrar um ganho quando venderem o ativo e não se continuarem a detê-lo.
Empresas e contadores defendiam que o FASB adotasse a contabilidade de valor justo, o que lhes permitiria reconhecer perdas e ganhos imediatamente e tratar os ativos digitais como ativos financeiros.
O FASB afirma que a contabilidade de valor justo captura melhor a economia dos criptoativos e considera que o método seja um requisito e não uma opção para as empresas. “Ouvimos de investidores que eles querem transparência por meio da divulgação, e a única maneira de chegar a isso é o valor justo”, disse Gary Buesser, membro do conselho ao WSJ.
A única maneira de obter qualquer tipo de informação real sobre a posse de bitcoin ou Ethereum é através do valor justo, completou Buesser.
Há anos, empresas e investidores pedem ao FASB regras sobre como contabilizar e divulgar criptoativos. Em dezembro, o conselho começou a analisar se deveria estabelecer novos regulamentos e, em maio, trouxe o tema para a agenda técnica, que define prioridades de criação de regras.

