Destaques: Azul (AZUL4), BRF (BRFS3), Cielo (CIEL3), CVC (CVCB3), Petrobras (PETR3)(PETR4) e mais
Azul (AZUL4), BRF (BRFS3), Cielo (CIEL3), CVC (CVCB3) e Petrobras (PETR3)(PETR4) protagonizam o noticiário corporativo desta sexta-feira (2).
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Veja aqui as principais notícias das grandes empresas brasileiras, entre avisos aos acionistas, comunicados ao mercado, fatos relevantes e mais informações da imprensa especializada:
Informe corporativo
Alliança (AALR3) – O grupo Alliança (AALR3), por meio do Consórcio Saúde Rondônia, juntamente com a controladora da PPP do Hospital do Subúrbio (BA), sagrou-se vencedor do leilão da parceria público-privada (PPP) do Hospital Heuro, nesta quinta-feira (1), na sede da B3 (B3SA3) em São Paulo.
Para a vigência de trinta anos da concessão, o consórcio ofertou o valor de contraprestação mensal de R$ 28,6 milhões, valor que perfaz uma receita anual de R$ 343,2 milhões e totalizam um valor de contrato de R$ 10,1 bilhões.
O hospital vai contar com aproximadamente 400 leitos.
Azul (AZUL4) – A Azul (AZUL4) anunciou que vai realizar a 11ª emissão de debêntures, no valor de R$ 600 milhões. Serão emitidos 600 mil títulos com valor nominal unitário de R$ 1.000,00.
O prazo de vencimento foi definido para doze meses, contados da data de emissão.
Os recursos líquidos obtidos serão integral e exclusivamente utilizados para o pagamento à Raízen (RAIZ4), em contraprestação ao fornecimento de combustível.
BRF (BRFS3) – A BRF (BRFS3) convocou uma assembleia-geral de acionistas para o dia 3 de julho. Na ocasião, os acionistas vão deliberar o aumento do capital da companhia de 1,325 bilhão de ações ordinárias para 1,825 bilhão de ações ordinárias.
O evento vai ser realizado exclusivamente de modo digital.
Cielo (CIEL3) – Carlos Motta dos Santos, Ênio Mathias Ferreira e Francisco José Pereira Terra renunciaram aos seus cargos no conselho de administração da Cielo (CIEL3), informou a companhia na última quinta-feira (1).
Com as saídas, o colegiado aprovou as eleições de:
Carla Nesi para substituir Carlos Motta dos Santos.
Marisa Reghini Ferreira Mattos para substituir Ênio Mathias Ferreira.
José Ramos Rocha Neto para substituir Francisco José Pereira Terra.
Nesi e Ferreira Matos foram indicados pelo acionista controlador BB Elo Cartões Participações S.A. (entidade pertencente ao Banco do Brasil S.A.). Já Rocha Neto foi indicado pelo acionista Quixaba Empreendimentos e Participações Ltda. (entidade pertencente ao Banco Bradesco S.A.).
CVC (CVCB3) – A CVC (CVCB3) teria iniciado conversas com Guilherme Paulus, seu fundador e antigo controlador, sobre um aumento de capital iminente da ordem de R$ 300 milhões, disseram ao site Brazil Journal fontes a par do assunto.
De acordo com o veículo, as discussões são lideradas por Opportunity, o maior acionista da empresa com 20% do capital.
O board da empresa trabalha para anunciar o aumento de capital o mais cedo possível, bem como o novo CEO, informaram os repórteres Geraldo Samor e Pedro Arbex.
Na matéria, informam que Fábio Godinho, o ex-braço direito de Paulus, passou a ser fortemente cotado ao cargo de diretor-presidente.
O executivo integrou o management da operadora de turismo e depois tornou-se diretor-presidente da GJP Hotels & Resorts, a empresa de Paulus que possui um portfólio de hotéis.
Enauta (ENAT3) – A Enauta (ENAT3) informou, na quinta-feira (1), que o seu conselho de administração deliberou a convocação de uma assembleia-geral extraordinária (AGE), a ser realizado no dia 4 de julho, para renovar os membros do colegiado.
Na ocasião, serão propostas a destituição dos atuais membros e a reeleição de Antônio Augusto de Queiroz Galvão, Ricardo de Queiroz Galvão, Luiz Carlos de Lemos Costamilan e Mateus Tessler Rocha, bem como a eleição de Fábio de Barros Pinheiro, Ana Marta Horta Veloso e Bruno Baratta.
Os membros independentes que irão compor o órgão colegiado da Enauta são:
i) Ana Marta Horta Veloso, com passagens pelos cargos de CEO da Light S.A. e diretora da Equatorial Energia S.A..
ii) Bruno Baratta, atualmente diretor e head do Brasil da Houlihan Lokey.
iii) Fábio Pinheiro, atualmente membro independente dos conselhos de administração de Lojas Renner S.A., Banco Pan S.A., Clear Sale S.A., MPM Corpóreos S.A. – Espaço Laser.
iv) Luiz Carlos de Lemos Costamilan, atual membro independente do conselho de administração da Enauta (ENAT3).
v) Mateus Tessler, sócio gestor dos fundos da Jive Investments.
O edital de convocação e a proposta da administração da assembleia serão publicados nesta sexta-feira (2).
De acordo com a petroleira, a mudança vai ampliar a diversidade no colegiado, além de integrar “profissionais com diferentes experiências em uma composição majoritariamente independente em apoio a estratégia da companhia de expansão, diversificação, aprimoramento de governança corporativa e relacionamento com investidores”.
Equatorial (EQTL3) – Em comunicado ao mercado publicado na última quinta-feira, 1 de junho, a Equatorial (EQTL3) confirmou aos seus acionistas, investidores e ao mercado em geral que avalia os ativos de Light (LIGT3).
O documento sucede a divulgação de uma notícia da Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo, intitulada: Equatorial contrata Rothschild para estudar ativos da Light.
A matéria discorre, entre outras informações, que a “companhia de energia Equatorial contratou o Rothschild & Co, que presta serviços financeiros a empresas, para estudar os ativos da Light”.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) solicitou esclarecimentos à empresa, que, em ofício, respondeu que considera pertinente esclarecer sobre o seu modelo de negócios, pautado na busca de novas oportunidades.
Assim, a Equatorial (EQTL3) diz ser natural, no dia a dia, analisar constantemente ativos em seus diversos segmentos de atuação, especialmente distribuição de energia e, nesse sentido, destaca que muitos dos ativos avaliados não resultam em negócios fechados.
Nesse contexto, a companhia confirmou que tem avaliado os ativos do grupo Light e alega que essa movimentação ocorre dentro do processo natural de avaliação de oportunidades conduzido pela Equatorial e, como não houve e não há nenhuma negociação em curso, entendem que não se faz necessária qualquer divulgação de informações ao mercado.
Petrobras (PETR3)(PETR4) – Em resposta a ofício encaminhado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre uma notícia veiculada pelo jornal O Globo, a Petrobras (PETR3)(PETR4) comunicou que as nomeações do advogado-geral da empresa, Marcelo Oliveira Mello, e do gerente-geral do Jurídico, Carlos César Borromeu de Andrade, seguiram todos os procedimentos de governança aplicáveis, como verificações de integridade e capacidade de gestão.
Em notícia veiculada no blog da colunista Malu Gaspar do jornal O Globo, pelo título: “Nomeações ligadas a Cerveró para o jurídico da Petrobras geram climão na cúpula da empresa”, constam as seguintes afirmações:
“Depois de nomear para dirigir seu departamento jurídico o advogado Marcelo Mello, sócio do ex-diretor Nestor Cerveró em uma offshore usada para camuflar a compra de um duplex no Rio de Janeiro, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, acaba de colocar no time outro executivo associado aos escândalos da área internacional da companhia na época do petrolão. […]”.
A estatal diz que não procede a informação de que Marcelo Oliveira Mello foi sócio do ex-diretor Nestor Cerveró. Oliveira Mello nunca foi sócio de sociedades offshore, bem como foi testemunha de acusação, arrolada pelo Ministério Público Federal (MPF), em ação penal proposta contra o referido ex-diretor.
Por outro lado, na qualidade de gerente, Carlos Borromeu não era subordinado ao ex-diretor Nestor Cerveró, mas sim à gerência executiva do Jurídico.
Por fim, a Petrobras esclarece que, em reunião realizada na data de ontem, o conselho de administração discutiu possível revisão da competência para designação de titulares da estrutura geral da companhia e encaminhamento de análise de casos retrospectivos.
Prio (PRIO3) – A Truxt Investimentos passou a deter participação de 4,82% do capital social de Prio (PRIO3), o equivalente a 42,7 milhões de ações ordinárias. No último formulário de referência da empresa, de 23 de maio, o fundo não aparecia com participação acionária relevante.
São Carlos (SCAR3) – A São Carlos (SCAR3) alienou as lojas de rua localizadas nas cidades de Guarulhos, Santos, Bebedouro e Araraquara, em São Paulo, pelo valor total de R$ 51,0 milhões.
Syn (SYNE3) – A Syn (SYNE3) encerrou contrato com o assessor financeiro – não nomeado – que avaliava oportunidades de negócio com seus shoppings Cidade São Paulo e Grand Plaza. A empresa informou que, temporariamente, não possui interesse de vender os ativos.
Yduqs (YDUQ3) – A gestora americana Paradice detém agora participação de 4,99% no capital social da Yduqs (YDUQ3), o equivalente a 15 milhões de ações.

