Diretor de banco atende no call center para entender cliente
Uso de algoritmos precisa ser associado a outras abordagens para garantir um atendimento personalizado Uma vez por mês, Jeferson Honorato, diretor do banco Next, tem uma manhã diferente. É dia de trabalhar como atendente telefônico da instituição. A rotina é compartilhada por outros executivos da empresa, contou ele durante painel sobre chamada “hiperpersonalização” das relações com a clientela, no Febraban Tech. “Vivenciando a realidade do dia a dia do atendimento, podemos identificar tanto necessidades dos clientes quanto da equipe”, disse em entrevista ao Valor. Foi, por exemplo, de tanto atender ligações de novos correntistas interessados em saber quando receberiam o primeiro cartão que Honorato e seu time incluíram a pergunta entre os itens que poderiam ser respondidos por assistentes virtuais do app do banco.

