Dívida bruta do governo geral cai para 89,1% do PIB em março, mostra BC
Montante ficou em R$ 6,721 trilhões no período, inferior aos R$ 6,744 trilhões apurados em fevereiro A dívida bruta dos governos no Brasil caiu de R$ 6,744 trilhões em fevereiro para R$ 6,721 trilhões em março, segundo dados do Banco Central (BC). Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a dívida passou de 90% para 89,1%.
De acordo com a autoridade monetária, a queda mensal da dívida pode ser explicada principalmente por resgate líquido de dívida (1 ponto percentual do PIB) e efeito do crescimento nominal do PIB (0,6 ponto). Na direção inversa, pesaram o pagamento de juros nominal da dívida (0,5 ponto) e ajuste cambial (0,2 ponto).
O BC mostrou ainda que a dívida líquida do setor público não financeiro saiu de R$ 4,619 trilhões em fevereiro, ou 61,6% do PIB, para R$ 4,623 trilhões um mês depois, ou 61,3% do PIB.
Essa variação mensal pode ser explicada, principalmente, conforme a instituição, por impactos da desvalorização cambial de 3,0% (redução de 0,6 ponto percentual). crescimento do PIB nominal (0,4 ponto). superávit primário (0,1 ponto). Em sentido oposto, atuaram os juros nominais apropriados (aumento de 0,7 ponto).
Os dados levam em conta União, Estados, municípios e empresas estatais, com exceção daquelas dos grupos Petrobras e Eletrobras. Os bancos estatais também não entram na conta, pois as estatísticas se referem ao setor público não financeiro.

