E depois do follow on… o que vem por aí, BRF? Cautela no curto prazo
Os R$ 5,4 bilhões levantados pela BRF, na terça-feira, 1º de fevereiro, em operação de follow on voltada apenas aos grandes investidores, não mudaram muito a situação de curto prazo da empresa. Ao menos, é essa a visão dos analistas do Goldman Sachs. Em relatório publicado hoje, o banco descreve a operação, relativiza os efeitos

