Executivo do Itaú defende Pix offline para acelerar digitalização de pagamentos

O instrumento de pagamentos instantâneos do Banco Central ainda teve pouco impacto sobre o volume de dinheiro em espécie em circulação, avalia Ivo Mósca Apesar da rápida adoção do Pix no país, o instrumento de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) ainda teve pouco impacto sobre o volume de dinheiro em espécie em circulação, avalia Ivo Mósca, superintendente de open finance, pagamentos digitais e critpo do Itaú. Para ele, a implementação de funções de uso offline do Pix, ou seja, sem a necessidade de o usuário estar conectado à internet, está entre as principais evoluções no sistema que podem acelerar a digitalização dos pagamentos.

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