Fintech Brex, fundada por brasileiros, levanta US$ 300 milhões e é avaliada em US$ 12,3 bi

Empresa oferece cartão de crédito para empresas e em agosto fez a sua 4ª aquisição do ano, a compra da startup Neji A fintech Brex, criada há quatro anos em São Francisco (EUA) pelos brasileiros Henrique Dubugras e Pedro Franceschi e que oferece cartão de crédito para empresas, levantou US$ 300 milhões em uma nova rodada de investimento liderada pelo fundo Greenoaks e agora é avaliada em US$ 12,3 bilhões.

Segundo o site TechCrunch, um acordo já foi assinado, mas a informação ainda não é pública. Investidores que já participaram de rodadas anteriores também devem ingressar no aporte atual. Em abril, a Brex havia levantado US$ 425 milhões, em uma rodada liderada pelo fundo Tiger Global, e foi avaliada na ocasião em US$ 7,4 bilhões.
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Desde a estreia em 2017 com um cartão corporativo, a Brex se expandiu para oferecer a pequenas e médias empresas e organizações maiores uma plataforma completa para gerenciar suas finanças. Agora integra milhares de clientes de tecnologia e fora desse setor, que usam uma combinação de seus serviços de pagamento e gerenciamento de caixa, e agora poderão aproveitar as vantagens do software de gerenciamento de despesas e pagamento de contas que está sendo lançado pela companhia.

Em agosto, a Brex comprou a fintech israelense Weav, que oferece um API universal para plataformas de comércio eletrônico. No início deste ano, havia anunciado a compra de outras três fintechs: Neji, Compose Labs e Landria.

Antes de criar a Brex, Dubugras e Franceschi já haviam criado outra fintech, a Pagar.me, que depois foi vendida para a Stone. Franceschi, inclusive, se tornou membro do conselho de administração da Stone em maio.

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