Juro em alta deve minguar oferta de crédito neste ano
Levantamento da CNC constatou que 70,9% das famílias se declararam endividadas em comparação com 66,5% em 2020 Os bons tempos do crédito farto e barato muito provavelmente ficaram para trás. Depois de ter saltado 34% nos dois anos de pandemia, injetando R$ 1,2 trilhão na economia, ajudando a amenizar o mergulho de 2020 e sustentando a recuperação de 2021, as operações de crédito devem desacelerar neste ano, como reflexo das políticas de restrição monetária para enfrentar a inflação, com a alta dos juros, postura mais cautelosa dos bancos nas concessões e crescimento menor da economia. Ciente disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já acena em retomar linhas que fizeram sucesso no primeiro ano da pandemia.

