Open Source: a senha para o Open Finance

A constante preocupação com a pandemia e as restrições de mobilidade em todo o mundo mexeram com o cotidiano e com a organização da vida em sociedade. Apesar das contingências, a mudança de paradigma no comportamento de pessoas e empresas, no contexto da digitalização acelerada, impulsiona a evolução de setores-chave, como bancos, serviços financeiros e seguros (BFSI). Se a pandemia acelerou a digitalização em até sete anos em todas as áreas, como mostra uma pesquisa da McKinsey, as mudanças nas formas de trabalho e modelos de negócios se refletem de modo especial em um deles em particular, como indica o crescente apetite por serviços financeiros abertos. Open banking: 65% dos brasileiros aceitam compartilhar dados, aponta estudo Fase 4 do open banking começa com o início do open finance. veja o que muda Uma nova análise da Accenture, feita com base em dados que cobrem 20 das maiores economias, responsáveis ​​por mais de 75% do PIB global em todo o mundo, sugere que até US$ 416 bilhões em receitas vão estar em jogo quando a onda de dados abertos chegar. É provável que essa receita seja capturada por players ágeis, capazes de antever oportunidades. Isso significa que instituições financeiras legadas vão precisar reduzir custos entre 25% e 50% nos próximos três a cinco anos para se manter competitivas, segundo estudo da PwC. Elas deverão aumentar a adoção da nuvem e o uso de tecnologias emergentes, de acordo com o levantamento. A própria aceleração de novas parcerias anunciadas entre instituições financeiras e empresas de tecnologia já denota os extensos esforços para acessar e implantar a nuvem e outras tecnologias em ascensão, a fim de se destacar da concorrência.

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