Para Banco Inter, o pior já passou em termos de inadimplência

O crescimento do banco, segundo o CEO João Vitor Menin, continuará a ser diversificado em diversos produtos Em teleconferência ao mercado na manhã desta terça-feira, João Vitor Menin, CEO do Banco Inter, disse que o pior já passou em termos dos índices de inadimplência do banco. Os números do segundo trimestre mostraram que o índice de inadimplência (NPL, na sigla em inglês) acima de 90 dias avançou 0,9 ponto percentual em um ano, para 3,9%.

Segundo o Inter, essa alta é explicada sobretudo pelo aumento no NPL de cartões, que atingiu 7,9% no período. Inadimplência deve ficar mais estável neste trimestre, melhorando no futuro, disse o CEO do banco, ao dizer que, apesar do ambiente macroeconômico, ele está convencido com o desempenho na área de cartões de crédito do banco.

Menin também falou que os dados de market share do banco, a partir dos produtos ofertados, começam a resultar em alavancagem operacional positiva. Segundo o CEO, um dos focos da companhia é a alavancagem operacional.

Aos analistas de mercado, Helena Caldeira, CFO do Inter&Co, destacou que o mix de crédito continua diversificado em diversos produtos, diminuindo índice de concentração. A qualidade dos ativos, segundo Caldeira, permanece forte. Em relação ao portfólio de crédito total, 73% permanece colateralizado, isso por ativos reais, faturas ou folha de pagamento, detalhou.

O crescimento do banco, segundo Menin, continuará a ser diversificado em diversos produtos.
Fachada do Banco Inter
Divulgação

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