Participação da poupança no financiamento imobiliário cai em 2022, diz Abecip
Na estrutura de funding, a modalidade se mantém como maior contribuição de um único produto com participação de 40%, um recuo de seis pontos percentuais ante a participação da caderneta em 2021 A estrutura de financiamento do crédito imobiliário, ou seja, da origem dos recursos usados nas linhas, mudou de 2021 para 2022, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades do Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). De acordo com a entidade, o ano passado terminou com um saldo total do setor de R$ 1,92 trilhão.
Na estrutura de funding, a poupança se mantém como maior contribuição de um único produto com participação de 40%. Trata-se, no entanto, de um recuo de seis pontos percentuais ante a participação da caderneta em 2021.
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Em 2022, os fundos imobiliários representaram 9% da origem dos recursos, com contribuição de R$ 174 bilhões. As letras imobiliárias garantidas (LIG) acresentaram mais R$ 90 bilhões com participação de 9%. Os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) alcançaram uma fatia de 12%, para R$ 148 bilhões, patamar semelhante às letras de crédito imobiliário (LCI), com 12% e R$ 239 bilhões. Já o FGTS representou 26% dos recursos ou R$ 502 bilhões.
Houve expansão das fontes alternativas de funding. A LCI saiu de 8% em 2021 para 12% neste ano, enquanto a LIG teve um crescimento na partipação de 3% para 5%.
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