Pix se aproxima de R$ 1 trilhão transacionado

Valor médio por transação caiu, revelando popularização, revelou Roberto Campos Neto, do BC. R$ 8 bi em papel moeda também saíram de circulação
E o Pix segue crescendo no Brasil, seja em termos de adoção – o número de chaves registradas alcançou 478,4 milhões em agosto último – ou de volume. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, revelou que só em agosto desse ano o valor transacionado usando o método de pagamento instantâneo foi de R$ 986 bilhões, se aproximando da impressionante marcar de R$ 1 trilhão.

Enquanto isso o valor médio de cada transação caiu para R$ 449, o que segundo o economista revela uma democratização do sistema. Ou seja, transações de valores menores tem puxado a média para baixo na série histórica, iniciada em novembro de 2020, quando o Pix foi lançado pelo BC.

“O Pix gerou uma redução de papel moeda relevante, de R$ 8 bilhões retirados [de circulação] recentemente”, disse Campos Neto, que ressaltou o baixo valor investido pelo BC em seu desenvolvimento, “cerca de US$ 5 milhões”. “Precisava ser barato, eu tinha um orçamento dez vezes menor que no último banco em que eu trabalhei”, lembrou, referindo-se ao Santander.

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