Procon-SP notifica Shopee para explicar se vende produtos piratas
O Procon-SP notificou nesta segunda-feira (13) a Shopee para que a empresa explique a autenticidade e origem dos produtos vendidos em sua plataforma de comércio marketplace (com lojistas terceiros). Segundo a Coluna do Broadcast do Estadão, o motivo seriam os preços muito abaixo do mercado, que causaram a desconfiança de que sejam contrabandeados ou pirateados. Procon-SP cobra esclarecimentos de bancos e fintechs sobre golpe do boleto Mercado Livre passa a derrubar produtos piratas após pressão de Anatel e Procon Vídeo mostra que golpistas podem usar pagamento próximo ao bolso das vítimas Como exemplo, o jornal mostrou a captura de tela de um anúncio de tênis da Nike a partir de R$ 35. Também encontrou um modelo de R$ 45 que no site da lojista Centauro custa R$ 380. Na visão do Procon, esses preços não se sustentam se levar em conta a carga tributária brasileira para produtos originais. A Shopee deverá responder até o dia 17 de setembro. A empresa deverá comprovar a obtenção, validade e regularidade da aquisição dos itens e demonstrar o processo utilizado para garantir a qualidade e segurança dos produtos entregues, como condições de uso, inviolabilidade de embalagens, prazos de validade compatíveis etc, diz o Procon em nota. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Par de tênis com preço muito abaixo do mercado no Shopee (Imagem: Reprodução/Shopee) A plataforma deverá explicar sobre eventuais produtos contrabandeados ou falsificados que foram vendidos aos consumidores. A partir dessa notificação eles ficam cientes de que é possível que eles sejam responsabilizados como participantes da venda desse tipo de produto, diz o diretor do Procon-SP, Fernando Capez. Outros pedidos da entidade à Shopee incluem explicações sobre termas como sua política de cupons e de frete, o funcionamento dos canais de atendimento aos consumidores, as formas de acesso ao conteúdo do site e do aplicativo e o tratamento e armazenamento dos dados pessoais dos clientes. Em nota ao Estadão, a Shopee disse que proíbe a venda de produtos ilegais ou piratas na plataforma. Também afirmou que informa a todos os vendedores sobre sua política rígida de mercadorias ilícitas e restritas e que por isso os lojistas são “exclusivamente responsáveis pelos produtos e seus respectivos anúncios”. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Esta é a maior e mais realista simulação do universo — e você pode baixá-la! Marvel anuncia quatro novos filmes para 2024 e amplia cronograma da Fase 4 Qual a diferença do cabo de rede CAT5, CAT5e e CAT6? Apple libera iOS 14.8 na véspera do lançamento do iOS 15. veja o que muda Qual é o carro mais rápido do mundo?

