Saiba o que são baleias, tubarões e a “hierarquia submarina” do mercado cripto

Provavelmente você já ouviu falar sobre as baleias Bitcoin, e descobriu que esse tipo de investidor tem grandes quantias do ativo e forte influência no mercado. Mas no mar das criptomoedas existem muito mais peixes, e todos eles têm um impacto no setor. Segundo a Glassnode, uma empresa de análise cripto, há uma espécie de hierarquia submarina no segmento. Coinbase e BlackRock se unem para levar Bitcoin para grandes investidores Homem vai usar cachorro robô para recuperar 8.000 Bitcoin perdidos em lixão Se o investidor possui menos de um Bitcoin no ecossistema marinho do mercado cripto, ele é um humilde camarão. Se tem algo entre 1 e 10 moedas, recebe a classificação de caranguejo. Os que possuem entre 10 e 50 Bitcoin são chamados de polvo, enquanto aqueles com 50 a 100 BTCs são considerados peixe. Para ter uma presença marcante no mercado, o investidor precisa de algo entre 100 e 500 Bitcoin, para receber o status de golfinho. Agora, se quer ser reconhecido como uma figura forte no mar cripto, é necessário ter entre 500 e 1.000 BTCs, para ser considerado um tubarão. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- O status mais alto que um investidor cripto pode alcançar é o de baleia, e para isso é necessário ter mais de 1.000 BTCs, mas acontece que até neste nível também têm uma hierarquia. Para realmente dominar os mares e poder influenciar o preço da principal criptomoeda, o investidor precisará de mais de 5.000 Bitcoin, o que lhe dar o status de jubarte. Os grandes investidores de Bitcoin, com quantidades acima de 1000 moedas, são considerados baleias (Imagem:Reprodução/unsplash/Jorge Vasconez) Como as baleias influenciam o mercado? Elas possuem grandes quantias de Bitcoin, por isso, se uma baleia quiser, pode se movimentar e direcionar o preço dos ativos, tanto para cima quanto para baixo. Os pequenos investidores podem apenas acompanhar seus movimentos. se tentarem “nadar” contra, vão acabar sendo “atropelados”. Digamos que o preço atual do Bitcoin esteja nos R$ 100.000, e uma baleia que possui 100 mil unidades da criptomoeda esteja de olho quando o valor chegar próximo de R$ 50.000, para comprar mais do ativo. Então, lentamente, esse investidor começa a vender parte das suas moedas. A baleia envia seus ativos para as corretoras, e, aos poucos, vende suas moedas. A oferta de Bitcoin no mercado aumenta e o preço começa a cair. Um pequeno investidor pode pensar que a queda é uma oportunidade de compra, mas, na maioria das vezes, não percebe que alguém está manipulando o valor da criptomoeda. Isso não acontece rapidamente. As baleias se movem lentamente no oceano, devorando o capital dos peixes menores que “morrem” na onda criada pelas grandes controladoras do mercado. Após um longo período de queda, com o preço próximo ao nível programado inicialmente pela baleia, o camarão, ao ver que o preço só cai, vende suas moedas, alimentando o grande mamífero. Então, a baleia, após levar o preço para o nível desejado, começa um movimento de compra. Com isso, no final do processo, a baleia adquire mais Bitcoin por um valor mais baixo. e tem, agora, mais criptomoedas do que possuía inicialmente.

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