Segurança no PIX: inteligência artificial e nuvem previnem fraudes em tempo real
*Por Fabio Mittelstaedt A disponibilidade do PIX, novo modelo de pagamento desenvolvido pelo Banco Central, no final do ano passado foi um marco para o sistema financeiro nacional. A expectativa com relação a volumetria e o ritmo de adoção que o modelo teria dentre a população foi confirmada pouco tempo depois do seu lançamento. Até janeiro deste ano, foram cadastradas mais de 159.4 milhões de chaves do PIX, com cerca de 378.2 milhões de transações, resultando em um valor de R$ 311,1 bilhões, de acordo com dados do Banco Central. Atualmente, o número de transações diárias continua a crescer e deve se manter em uma curva ascendente nos próximos meses, devido à agilidade que o sistema de pagamentos instantâneos garante aos consumidores e à isenção de tarifas, se comparado com o uso de cartões de créditos ou dos meios de transferências como TED e DOC. Com essa revolução, devem aumentar também os debates estratégicos com relação à implementação de tecnologias inteligentes de antifraude na nuvem, a fim de proporcionar um modelo seguro tanto para o usuário, quanto para as instituições financeiras.

