Stark Bank, que cria contas digitais para empresas, recebe aporte de US$ 13 mi
A Stark Bank levantou US$ 13 milhões (R$ 71 milhões) em uma rodada do tipo série A (para alavancar o negócio). O dinheiro deve ajudar a fintech a expandir seus produtos financeiros para empresas e aumentar a equipe. Fintech usa solução para criar modelos de crédito atualizados em tempo real Quais são as diferenças entre fintechs e startups? A startup tem soluções para Pix, gerenciamento de verba e cartão corporativo. Também pretende lançar produtos de adquirência (maquininhas de cartões), câmbio, cartões white-label (onde a empresa cliente põe seu nome e marca) e oferta de infraestrutura bancária. Opera o serviço de contas a pagar e a receber de companhias como Buser, QuintoAndar, Loft, Colgate, D.local, Bitso, PetLove, Kovi e a Daki, o mais recente unicórnio brasileiro. A rodada foi liderada pelo investidor-anjo de capital de risco Lachy Groom (o mesmo da Origin) e teve a participação da K5 Global, da Iporanga Ventures e da Norte Capital, além de fundadores do Coinbase, Dropbox, Flexport, Figma, Rappi, D.Local, Wildlife e Slack. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- A Stark Bank é um challenger bank(pequeno banco de varejo, que compete com os bancos tradicionais) que afirma dar lucro desde junho e movimentar mais de R$ 1 bilhão ao mês. Com o aporte, a intenção é triplicar a equipe para crescer o volume em 10 vezes no ano que vem. QuintoAndar é uma das clientes da Stark Bank (Imagem: Divulgação/QuintoAndar) Gostamos de trabalhar com times pequenos de pessoas excepcionais. Estamos felizes em ter montado um time incrível e estamos em busca de mais talentos para continuarmos crescendo na taxa dos últimos 12 meses de 33% ao mês, afirma o fundador e CEO Rafael Stark. No ano passado, a Stark Bank recebeu sua licença junto ao Banco Central e desenvolveu sua infraestrutura bancária do zero. Este foi um dos motivos que levou Lachy Groom a investir na empresa. Eu geralmente não invisto em challenger banks porque a maioria deles não detém a própria tecnologia. Se você não é dono da sua própria tecnologia, é impossível fazer melhorias gradativas na experiência do usuário, ter eficiência operacional e robustez do sistema, afirmou o investidor em comunicado à imprensa. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Como colocar senha em conversas no WhatsApp 10 linguagens de programação que o mercado vai exigir em 2022 Seu gato é psicopata? Cientistas criam teste que permite descobrir Estrelas dançam ao redor de buraco negro no centro da Via Láctea. veja imagens Ômicron: 2 doses da Pfizer ou da AstraZeneca induzem menos anticorpos

