Tombo de R$ 132 bi da Stone vira alerta para fintechs do Brasil

Após abalar o setor de pagamentos brasileiro, a Stone procurou focar no que prometia ser uma operação ainda mais lucrativa: crédito. Mas a companhia subestimou os riscos e a inadimplência explodiu, forçando-a interromper a originação de crédito no ano passado André Street e Eduardo Pontes tiveram uma ascensão meteórica ao criar a Stone, menos de uma década atrás. A dupla transformou o jeito com que negócios espalhados pelo Brasil lidavam com pagamentos, inspirados pela Square, empresa do ex-CEO do Twitter Jack Dorsey. Eles atraíram investidores incluindo a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, Jack Ma e a família Walton, tornando-se bilionários antes mesmo de completarem 40 anos de idade. O sucesso alimentou ambições da dupla em revolucionar a indústria de serviços financeiros não apenas no Brasil, mas em lugares como Portugal, Reino Unido e Oriente Médio. Até que as coisas começaram a dar errado no mercado em que tudo começou. E, rapidamente, muito errado. 

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