Valorização do real pode não ser sustentável, prevê Itaú

O real pode continuar a se fortalecer “mais intensamente” no curto prazo, passado o “susto” com a inflação nos Estados Unidos, mas a moeda brasileira voltará a ser pressionada mais para o fim do ano pelas recorrentes incertezas fiscais domésticas e pelo debate sobre redução de estímulos nos EUA, disse o economista-chefe do Itaú Unibanco []

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