Aspecto fiscal está precificado; não vejo grandes surpresas com novo governo, diz Lazari, do Bradesco
Para executivo, equipe de transição está trabalhando para conduzir a questão da melhor maneira possível O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, disse não esperar grandes surpresas do novo governo, pelo menos em 2023. Segundo ele, o aspecto fiscal está bem diagnosticado, precificado, e a equipe de transição está trabalhando para conduzir a questão da melhor maneira possível.
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Essa equipe econômica atual e a equipe que virá está sensível e entende os problemas do Brasil no fiscal e ele precisa ser controlado, não vejo grande preocupação, principalmente se tiver notícia positiva em relação ao crescimento da economia, falou em entrevista coletiva nesta quarta-feira, sobre os resultados do terceiro trimestre.
Questionado sobre as eleições, o presidente do Bradesco disse não ver grandes surpresas com o novo governo para 2023 e citou a estimativa da equipe de transição, que fala em uma licença para gastar de R$ 200 bilhões para o próximo ano, fora do teto de gastos.
A equipe de transição está trabalhando para conduzir da melhor maneira possível, disse o presidente do banco, ao considerar os auxílios que precisam ser introduzidos no Orçamento da União para os mais vulneráveis.
Segundo ele, as projeções macroeconômicas para o próximo ano, com redução da inflação e possível queda de juros, são positivas para o cenário de crédito, mesmo considerando que deve haver uma recessão nos EUA e na Europa.
Octavio de Lazari Jr, presidente do Bradesco
Silvia Costanti / Valor

